quarta-feira, 13 de junho de 2012

Posicionamento de exames radiológicos



Centro de Raios-X
 Um novo conceito em atendimento
01) Posição de Fowler: Paciente em decúbito, com a cabeça elevada.
02) Posição de Trendelemberg: Paciente em decúbito, com os pés elevados.
03) Posição Supina: Paciente em decúbito, com o estômago pra cima.
04) Posição Prona: Paciente em decúbito, com o estômago pra baixo.
05) Ângulo Cefálico: Feixe de raios em ângulo com a cabeça do paciente.
06) Ângulo Podálico: Feixe de raios em ângulo com os pés do paciente.
07) Oblíqua Posterior Esquerda (LPO): Paciente em 45º com o filme pela esquerda e em PA.
08) Oblíqua Posterior Direita (RPO): Paciente em 45º com o filme pela direita e em PA.
09) Incidência em PA: Paciente em ortostática, póstero-anterior em relação ao feixe.
10) Incidência em AP: Paciente em ortostática, ântero-posterior em relação ao feixe.
11) Oblíqua Anterior Direita (RAO): Paciente em 45º com o filme pela direita e em AP.
12) Oblíqua Posterior Esquerda (LAO): Paciente em 45º com o filme pela esquerda e em AP.
Fatores Técnicos:
- Filme = 24 x 30, no sentido longitudinal.
- Faixa de kV = 70 a 80
- Faixa de mAs = 20 a 25
- Raio Central = RC com ângulo de 30º no sentido caudal em relação a LOM, ou de 37º no sentido caudal em relação à LIOM.
- Centralizar no plano médio sagital, 5 cm acima da glabela; Centralizar o RI em relação ao RC projetado; DFoFi = 1m.
- Posicionamento = Abaixar o queixo do paciente até que a LOM fique perpendicular ao RI; Alinhar o plano médio sagital ao RC e à linha média da grade ou da superfície do bucky; Certificar-se de que não ocorreu rotação e/ou inclinação da cabeça; Certificar-se de que o vértice do crânio está dentro do campo dos raios X.
- Estruturas visualizadas = Osso occipital, pirâmides petrosas e forame magno. O dorso da sela e os processos clinóides no interior do forame magno.
- Patologia Demonstrada = Visualização das fraturas do crânio (deslocamento medial e lateral), dos processos neoplásicos e da doença de Paget.

Andy14:071 comentários
4) Crânio – Lateral segunda-feira, 7 de junho de 2010 20:27Fatores Técnicos:- Filme = 24 x 30, em sentido transversal- Faixa de kV = 60 a 70- Faixa de mAs = 10 a 20- Raio Central = Alinhar o RC de modo que fique perpendicular ao filme; Centralizar o RC 5cm acima do MAE (Meato Acústico Interno); Centralizar filme em relação ao RC; DFoFi = 1m.- Posicionamento = Colocar a cabeça na posição em perfil verdadeiro, com o lado de interesse próximo ao filme e o corpo do paciente em uma posição oblíqua o suficiente para o conforto do paciente; Alinhar o plano médio sagital de modo que fique paralelo ao filme, assegurando-se de que não ocorreu rotação ou inclinação; Alinhar a linha interpupilar de modo que fique perpendicular ao filme, assegurando-se de que não ocorreu inclinação da cabeça.- Estruturas Visualizadas = As metades cranianas estão superpostas e observam-se os detalhes superiores da metade do crânio que está mais próxima do filme, com a visualização de toda a sela turca, inclusive os processos clinóides anteriores e posteriores, a sela turca e o clivo aparecem em perfil.- Patologia Demonstrada = Visualização das fraturas de crânio, dos processos neoplásicos e da doença de Paget. O exame radiológico de rotina geral habitual de crânio inclui as incidências em perfil direito e esquerdo. 3) Crânio - AP Axial - Método de Townesegunda-feira, 7 de junho de 2010 19:14Fatores Técnicos:- Filme = 24 x 30, no sentido longitudinal.- Faixa de kV = 70 a 80- Faixa de mAs = 20 a 25- Raio Central = RC com ângulo de 30º no sentido caudal em relação a LOM, ou de 37º no sentido caudal em relação à LIOM.- Centralizar no plano médio sagital, 5 cm acima da glabela; Centralizar o RI em relação ao RC projetado; DFoFi = 1m.- Posicionamento = Abaixar o queixo do paciente até que a LOM fique perpendicular ao RI; Alinhar o plano médio sagital ao RC e à linha média da grade ou da superfície do bucky; Certificar-se de que não ocorreu rotação e/ou inclinação da cabeça; Certificar-se de que o vértice do crânio está dentro do campo dos raios X.- Estruturas visualizadas = Osso occipital, pirâmides petrosas e forame magno. O dorso da sela e os processos clinóides no interior do forame magno.- Patologia Demonstrada = Visualização das fraturas do crânio (deslocamento medial e lateral), dos processos neoplásicos e da doença de Paget.02) Posições e Incidências Radiológicassábado, 5 de junho de 2010 22:1201) Posição de Fowler: Paciente em decúbito, com a cabeça elevada.02) Posição de Trendelemberg: Paciente em decúbito, com os pés elevados.03) Posição Supina: Paciente em decúbito, com o estômago pra cima.04) Posição Prona: Paciente em decúbito, com o estômago pra baixo.05) Ângulo Cefálico: Feixe de raios em ângulo com a cabeça do paciente.06) Ângulo Podálico: Feixe de raios em ângulo com os pés do paciente.07) Oblíqua Posterior Esquerda (LPO): Paciente em 45º com o filme pela esquerda e em PA.08) Oblíqua Posterior Direita (RPO): Paciente em 45º com o filme pela direita e em PA.09) Incidência em PA: Paciente em ortostática, póstero-anterior em relação ao feixe.10) Incidência em AP: Paciente em ortostática, ântero-posterior em relação ao feixe.11) Oblíqua Anterior Direita (RAO): Paciente em 45º com o filme pela direita e em AP.12) Oblíqua Posterior Esquerda (LAO): Paciente em 45º com o filme pela esquerda e em AP.01) A Evolução Tecnológica da Radiologia sábado, 5 de junho de 2010 21:22Com o surgimento da Tomografia Computadorizada no inicio dos anos 70 iniciou-se o uso de imagens digitais no diagnóstico e, com o desenvolvimento tecnológico diversas modalidades diagnósticas passaram a se utilizar de imagens digitais. Um Sistema de Informação Hospitalar (SIH) contém um grande conjunto de informações digitais, as quais incluem dados financeiros, gerenciais, informações de paciente (PEP – Prontuário Eletrônico de Paciente e RIS– Radiology Information System). Devido ao tipo de tecnologia empregada, as imagens médicas são consideradas como um sistema à parte, e são organizadas em um sistema de transmissão e arquivamento de imagens médicas chamado PACS.O PACS é um sistema que proporciona o armazenamento e comunicação de imagens geradas por equipamentos médicos que trabalham com imagens

iginadas em equipamento de TC, RNM, US, RX, MN, PET, etc., de uma forma normalizada possibilitando que as informações dos pacientes e suas respectivas imagens digitalizadas e, armazenadas em mídia eletrônica sejam compartilhadas e visualizadas em monitores de alta resolução, distribuídos em locais fisicamente distintos.Os principais elementos a serem observados na estrutura do PACS são:
· Dispositivos de entrada (RX, RNM, TC, US, MN, PET, etc.)
· Rede de computadores
· Servidor de DICOM
· Integração com o RIS e HIS
· Dispositivos de saída (monitores, impressoras, gravadoras)Os equipamentos de aquisição de imagem, TC, RNM, CR, US, MN, PET, em sua maioria já produzem imagens em formato digital. O Raio-X convencional ou simplesmente radiografia, continua sendo o principal método de imagem utilizado para o diagnóstico e, no Brasil, quase que em sua totalidade ainda são adquiridos em equipamento que produzem imagem analógica (filme). É imperativa a inserção da imagem radiológica simples no universo digital. Inicialmente de qualidade questionável (particularmente nos exames de mamografia) hoje apresentam grande evolução em sua qualidade diagnóstica, e estudos demonstram que a imagem digital permite acurácia semelhante e em alguns casos superiores às imagens analógicas convencionais.
As formas de aquisição de uma imagem radiográfica digital são duas:· Radiografia Digital – DR (do inglês: Digital Radiology) - Imagens adquiridas por aparelhos de raios-X que, ao invés de utilizar filmes radiográficos, possuem uma placa de circuitos sensíveis aos raios X que gera uma imagem digital e a envia diretamente para o computador na forma de sinais elétricos.· Radiografia Computadorizada – CR (do inglês Computerized Radiology) - Neste processo, utilizam-se os aparelhos de radiologia convencional (os mesmo utilizados para produzir filmes radiográficos), porém substituem-se os “chassis” com filmes radiológicos em seu interior por “chassis” com placas de fósforo.Os sistemas de imagem radiográfica convencionais registram e mostram seus dados numa forma analógica. Têm freqüentemente exigências de exposição muito rígidas devido à gama estreita de profundidade de brilho dos filmes e hipóteses muito reduzidas de processamento de imagem. Os sistemas de radiografias digitais oferecem a possibilidade de obtenção de imagens com exigências de exposição muitas menos rigorosas do que os sistemas analógicos. No sistema de aquisição convencional as imprecisões em termos de exposição provocam normalmente o aparecimento de radiografias demasiado escuras, demasiado claras ou com pouco contraste, são facilmente melhoradas com técnicas digitais de processamento e exibição de imagem.As vantagens dos sistemas de radiografia digitais, que são também extensíveis às demais modalidades diagnósticas, podem ser divididas em quatro classes:1º) Facilidade de exibição da imagem – Na radiografia digital a imagem vai ser mostrada em um monitor de vídeo, em vez do processo tradicional de expor o filme contra a luz. 2º) Redução da dose de raios-X – Ajustando-se a dose para que a imagem tenha uma relação sinal ruído conveniente, consegue-se uma diminuição real da radiação absorvida pelo paciente. 3º) Facilidade de processamento de imagem – O aumento do contraste ou a equalização por histograma são técnicas digitais que podem ser usadas. A técnica de subtração de imagens pode remover grande parte da arquitetura de fundo não desejado, melhorando assim a visualização das características importantes da radiografia.4º) Facilidade de aquisição, armazenamento e recuperação da imagem – Armazenamento em bases de dados eletrônicas, facilitando a pesquisa de dados e a transmissão para longas distâncias, usando redes de comunicações de dados.