Mundo : Vaticano pede que "Deus ilumine" Obama
Enviado por Redação em 5/11/08 (8 leituras) Notícias do mesmo autor
O porta-voz do Vaticano, o jesuíta Federico Lombardi, pediu nesta quarta-feira que "Deus ilumine" o ganhador das eleições presidenciais dos Estados Unidos, Barack Obama, para que possa "corresponder às grandes expectativas depositadas nele".Lombardi expressou o desejo do Vaticano de que o próximo presidente dos EUA sirva "eficazmente à justiça por meio das vias adequadas para promover a paz no mundo, favorecendo o crescimento e a dignidade das pessoas, respeitando os valores humanos e espirituais essenciais"."Nós, crentes, rezamos para que Deus o ilumine e o ajude em sua tarefa de grande responsabilidade", acrescentou Lombardi.
Fonte: EFE
Um novo conceito em atendimento - E-mail: centroderaiosx@gmail.com -Tel/WhatsApp (84)99976-6429. Serviços de Radiodiagnóstico a instituições privadas a instituições governamentais e autarquias.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Hemonorte em Guamaré

Neste sábado dia 25 de outubro, Guamaré recebeu a visita do HEMONORTE, com capacidade para até 150 bolsas coletoras, estendo a campanha de coleta de sangue, que segundo a coordenadora Sra. Conceição a equipe consta de aproximadamenteterça-feira, 21 de outubro de 2008
SESAP QUER CRIAR C. DE REFEÊNCIA
Sesap quer criar Centro de Referência no tratamento do AVC
Victor Lyra
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap-RN) desenvolveu em reunião nesta sexta-feira (17), estratégias para criar um Centro de Referência no tratamento do Acidente Vascular Cerebral (AVC) em Natal. A iniciativa faz parte do Projeto Nacional de Atendimento do AVC, promovido pelo Ministério da Saúde (MS) e coordenado pela médica Sheila Martins. Além dela, estiveram presentes na reunião o secretário Estadual da Saúde, George Antunes, o diretor do Hospital Walfredo Gurgel, José Renato, a coordenadora do SAMU Metropolitano, Selma Santiago, e administradores do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL).
O projeto de tratamento de acidentes vasculares (trombólise) foi implantado com sucesso no Rio Grande do Sul por Sheila Martins e estendido para todo o Brasil. Na reunião, a especialista falou como está sendo o processo de aplicação do programa nos municípios. “A idéia é criar este centro de referência em Natal, no Hospital Walfredo Gurgel e no Hospital Onofre Lopes. Seria como projeto-piloto a ser seguido pelos outros municípios do Estado”, disse.
Segundo o secretário Estadual de Saúde, George Antunes, “já existem recursos do Convênio assinado com o Ministério da Saúde, e o Estado também enviará verbas para melhorar o programa. A partir disto, vamos atrair mais neurocirurgiões capacitados no RN para colocar em prática este projeto de tratar com eficiência o AVC”. O Diretor do Walfredo Gurgel, José Renato, afirma que, para que o programa tenha eficácia, será necessária uma reforma em alguns setores do hospital. “No projeto, idealizamos criar mais leitos para atender o pacientes, uma nova entrada e um ambulatório de acompanhamento, para que os doentes não retornem ao hospital devido a um tratamento mal executado”, explicou.
O que é AVC O Acidente Vascular Cerebral é uma doença caracterizada pelo início agudo de um deficit neurológico (diminuição da função) que persiste por pelo menos 24 horas, refletindo envolvimento focal do sistema nervoso central. Geralmente é causada por diversos fatores, entre eles estão: a hipertensão arterial, doença cardíaca, fibrilação atrial, diabete e tabagismo.
Os sintomas da doença são fraqueza, distúrbios visuais, convulsões, alterações na fala e perda sensitiva. Uma das grandes preocupações dos especialistas presentes na reunião é que todas as equipes que serão treinadas façam o tratamento no período anterior a 3 horas. Passando este período, o paciente sofrerá seqüelas mais graves.De acordo com Sheila Martins, o AVC é uma das doenças que mais matam no Brasil, junto com o infarto, por isso a importância deste programa.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
PARABÉNS PROFESSORA (15 DE OUTUBRO)

PARABÉNS PROFESSORA Natal, 15 de outubro de 2008
Parabéns professora pelo seu dia tão lindo
Espero que para o ano continue sempre sorrindo.
Jamais esquecerei
Os meus bons amigos e professores.
As vezes penso em ter
O dom dos bons compositores.
Mas não é assim tão fácil
Agente ser o que quer,
Resolvi hoje mesmo
Inspirar-me no meu ser
A minha boa mestra quero agora agradecer!
Pelo seu belo sorriso
Pela sua compreensão
Quero parabenizá-la com um aperto de mão.
Autor: João Maria Guedes da Cruz
Para sua linda e amada filha (Ismênia Guedes), que em breve seu caminho trilha no magistério da vida!
Beijos!
raios-x KV e mA
Centro de Raios-X
Um novo conceito em atendimento
Tel.: (84) 9976-6429
E-mail: centroderaiosx@bol.com.br
FATORES ELÉTRICOS
*Quilovoltagem (KV)
*Miliamperagem (mA)
Os Fatores Elétricos se relacionam com produção de raios x.
Os Fatores Elétricos, destacam-se dos demais por serem os raios X oriundos da própria eletricidade e como tal, é mister dosa-los muito bem para que os raios X produzidos sejam de qualidade e quantidade adequadas para determinadas espessuras e densidades de uma região respectivamente.
O KV como sabemos determina a quantidade dos raios X e por isso é aplicado de acordo com a espessura da região a ser radiografada e o mA determina a quantidade de raios X que é aplicado de acordo com a densidade da região a ser radiografada.
Quanto maior a espessura da região maior deverá ser a quilovoltagem e quanto mais densa a região maior deverá ser a miliamperagem. Por isso, os fatores elétricos deverão ser aplicados de maneira equilibrada pois só assim será possível produzir-se radiografias de padrão uniforme.
Sendo o KV responsável pela quantidade dos raios X, torna-se indispensável dosa-lo de acordo com a espessura de cada indivíduo.
Para calcularmos a quilovoltagem exata para cada região ou para cada indivíduo, dispomos de um instrumento de medida denominado espessômetro, inventado por Gregório Vidaureta, técnico da “General Elétrica”, que consiste em uma haste de alumínio, no formato de esquadro, sendo o lado mais longo dividido em centímetros e polegadas tendo presa ao mesmo outra haste que pode ser movimentada no sentido longitudinal, que serve para indicar o número de centímetros encontrados na região a ser radiografada. Usa-se centímetros e não polegadas para se medir a espessura. Mede-se a região a ser radiografada, no sentido da incidência dos raios X, isto é, no sentido em que os raios X vão atravessar o objeto, eo número de centímetros encontrados multiplica-se por dois e soma-se com a constante do aparelho (C.A.).
Exemplo:
Espessura 19cm C.A = 25 19x2=38 38+25=63KV
63 KV é quantidade adequada a radiografar.
Controla-se q quilovoltagem por meio de um dispositivo situado na mesa de comando, denominado Seletor de Quilovoltagem. De dez em dez KV ou de dois em dois kv.
Já a miliamperagem não é possível variá-la a maneira da quilovoltagem e sim de um modo que as únicas variações possíveis de se obter, são as de calibragem. Um aparelho por exemplo, de 200 mA, por meio do Seletor de miliamperagem, pode ser calibrado para: 200mA, 150mA, 100mA, 50mA, 25mA. A miliamperagem indicada pelo seletor, é a capacidade do aparelho.
Sempre que fizermos referências sobre a capacidade de determinado aparelho, devemos citar a capacidade de intensidade e capacidade de tensão; assim:-“tal” aparelho é de 100 mA e 90KV de capacidade. No entanto, para nós técnicos, apenas interessa a mA do aparelho, de modo que passaremos a citar a capacidade do mesmo, apenas pela miliamperagem; isto porque, todas as técnicas, sem exceção , são executadas baseadas n a mA do aparelho, afim de que se possa determinar o tempo de emissão e por conseguinte a quantidade desejada de raios X.
MILIAMPERAGEM X SEGUNDO (mAs)
As técnicas radiográficas são feitas de acordo com a região a ser examinada e como a densidade das regiões diferem, são necessárias diferentes quantidades de raios X. Além disso, os aparelhos são construídos em diferentes capacidades, de modo que temos de recorrer a outro fator, para que os diferentes aparelhos produzam exatamente a quantidade de raios X necessária para determinada técnica, ou para que aparelhos da mesma capacidade, produzam diferentes quantidades de raios X. Tempo é o fator que usamos para compensar a diferença de capacidade dos aparelhos e determinar a quantidade exata dos raios X que precisamos.Considera-se TEMPO (T), o período em que o aparelho emite raios X. A unidade de tempo em raios, é o segundo. Para regula-lo, os aparelhos dispõe de mecanismos próprios, denominados TIMER, que podem ser mecânicos ou elétricos. Os aparelhos atualizados são elétricos, interrompendo a emissão de raios X exatamente no tempo marcado. O timer situa-se na mesa de comando e de conformidade com a capacidade do aparelho determina 1 segundo ou mais segundos se dividem em décimos, centésimos e atualmente já existem aparelhos até com milésimos de segundo.
O mA (capacidade do aparelho) multiplicado pelo tempo de trabalho de um aparelho, nos fornecera o mAs que é o produto do aparelho num determinado tempo. mAs nada mais é do que uma determinada quantidade de raios X produzidos e pode ser definido da seguinte forma:
mAs é igual a mA multiplicado pelo tempo.
mA é a capacidade do aparelho. mAs é o produto do trabalho do aparelho em um determinado tempo.
Exemplo:
Se um aparelho de 200 mA de capacidade emitir raios X ou trabalhar durante 1 segundo, produzirá:
200mA x 1 = 200 mAs ( 200 vezes 1, é igual a 200 miliampéres por segundo).
200mAs é quantidade que o citado aparelho produzirá em um segundo de trabalho.
Um novo conceito em atendimento
Tel.: (84) 9976-6429
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FATORES ELÉTRICOS
*Quilovoltagem (KV)
*Miliamperagem (mA)
Os Fatores Elétricos se relacionam com produção de raios x.
Os Fatores Elétricos, destacam-se dos demais por serem os raios X oriundos da própria eletricidade e como tal, é mister dosa-los muito bem para que os raios X produzidos sejam de qualidade e quantidade adequadas para determinadas espessuras e densidades de uma região respectivamente.
O KV como sabemos determina a quantidade dos raios X e por isso é aplicado de acordo com a espessura da região a ser radiografada e o mA determina a quantidade de raios X que é aplicado de acordo com a densidade da região a ser radiografada.
Quanto maior a espessura da região maior deverá ser a quilovoltagem e quanto mais densa a região maior deverá ser a miliamperagem. Por isso, os fatores elétricos deverão ser aplicados de maneira equilibrada pois só assim será possível produzir-se radiografias de padrão uniforme.
Sendo o KV responsável pela quantidade dos raios X, torna-se indispensável dosa-lo de acordo com a espessura de cada indivíduo.
Para calcularmos a quilovoltagem exata para cada região ou para cada indivíduo, dispomos de um instrumento de medida denominado espessômetro, inventado por Gregório Vidaureta, técnico da “General Elétrica”, que consiste em uma haste de alumínio, no formato de esquadro, sendo o lado mais longo dividido em centímetros e polegadas tendo presa ao mesmo outra haste que pode ser movimentada no sentido longitudinal, que serve para indicar o número de centímetros encontrados na região a ser radiografada. Usa-se centímetros e não polegadas para se medir a espessura. Mede-se a região a ser radiografada, no sentido da incidência dos raios X, isto é, no sentido em que os raios X vão atravessar o objeto, eo número de centímetros encontrados multiplica-se por dois e soma-se com a constante do aparelho (C.A.).
Exemplo:
Espessura 19cm C.A = 25 19x2=38 38+25=63KV
63 KV é quantidade adequada a radiografar.
Controla-se q quilovoltagem por meio de um dispositivo situado na mesa de comando, denominado Seletor de Quilovoltagem. De dez em dez KV ou de dois em dois kv.
Já a miliamperagem não é possível variá-la a maneira da quilovoltagem e sim de um modo que as únicas variações possíveis de se obter, são as de calibragem. Um aparelho por exemplo, de 200 mA, por meio do Seletor de miliamperagem, pode ser calibrado para: 200mA, 150mA, 100mA, 50mA, 25mA. A miliamperagem indicada pelo seletor, é a capacidade do aparelho.
Sempre que fizermos referências sobre a capacidade de determinado aparelho, devemos citar a capacidade de intensidade e capacidade de tensão; assim:-“tal” aparelho é de 100 mA e 90KV de capacidade. No entanto, para nós técnicos, apenas interessa a mA do aparelho, de modo que passaremos a citar a capacidade do mesmo, apenas pela miliamperagem; isto porque, todas as técnicas, sem exceção , são executadas baseadas n a mA do aparelho, afim de que se possa determinar o tempo de emissão e por conseguinte a quantidade desejada de raios X.
MILIAMPERAGEM X SEGUNDO (mAs)
As técnicas radiográficas são feitas de acordo com a região a ser examinada e como a densidade das regiões diferem, são necessárias diferentes quantidades de raios X. Além disso, os aparelhos são construídos em diferentes capacidades, de modo que temos de recorrer a outro fator, para que os diferentes aparelhos produzam exatamente a quantidade de raios X necessária para determinada técnica, ou para que aparelhos da mesma capacidade, produzam diferentes quantidades de raios X. Tempo é o fator que usamos para compensar a diferença de capacidade dos aparelhos e determinar a quantidade exata dos raios X que precisamos.Considera-se TEMPO (T), o período em que o aparelho emite raios X. A unidade de tempo em raios, é o segundo. Para regula-lo, os aparelhos dispõe de mecanismos próprios, denominados TIMER, que podem ser mecânicos ou elétricos. Os aparelhos atualizados são elétricos, interrompendo a emissão de raios X exatamente no tempo marcado. O timer situa-se na mesa de comando e de conformidade com a capacidade do aparelho determina 1 segundo ou mais segundos se dividem em décimos, centésimos e atualmente já existem aparelhos até com milésimos de segundo.
O mA (capacidade do aparelho) multiplicado pelo tempo de trabalho de um aparelho, nos fornecera o mAs que é o produto do aparelho num determinado tempo. mAs nada mais é do que uma determinada quantidade de raios X produzidos e pode ser definido da seguinte forma:
mAs é igual a mA multiplicado pelo tempo.
mA é a capacidade do aparelho. mAs é o produto do trabalho do aparelho em um determinado tempo.
Exemplo:
Se um aparelho de 200 mA de capacidade emitir raios X ou trabalhar durante 1 segundo, produzirá:
200mA x 1 = 200 mAs ( 200 vezes 1, é igual a 200 miliampéres por segundo).
200mAs é quantidade que o citado aparelho produzirá em um segundo de trabalho.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Funcionário do Centro de Raios-X sofreu acidente mas está bem.

O Funcionário do Centro de Raios-X, Hebert Araújo, técnico em Radiologia, sofreu um acidente na via costeira, após dar um conchilo chocou-se contra um poste. Apesar da forte pancada o mesmo não sofreu ferimentos graves, tendo sido muito bem atendido pelos políciais militares e o SAMU, que após os primeiros atendimentos levaram-no ao Pronto Socorro Clóvis Sarinho onde foi atendido pelos plantonistas que solicitaram exames radiográficos, medicaram e depois o liberaram.
Parabéns ao serviço de saúde de urgência de Natal-RN.
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