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quarta-feira, 22 de abril de 2009

A qualidade da chapa depende principalmente:



Relação entre a Fonte de Radiação, o Objeto e o Filme na Imagem Radiográfica
A densidade da radiação é INVERSAMENTE proporcional à distância, visto que, os raios sendo divergentes, à medida que se afastam do objeto, menor é a quantidade de raios provenientes do foco que atingem este objeto e consequentemente o filme, assim produzindo imagem menos nítida. 
Posicionamento - importante  para evitar distorção da imagem
A qualidade da chapa depende principalmente:
*       O objeto a ser radiografado precisa estar colocado junto ao filme, para que a imagem seja próxima ao tamanho real; 
*       A fonte de Rx deve ser a menor possível e mais puntiforme possível, para se obter imagens mais nítidas; 
*       Os Raios X devem incidir perpendicularmente ao objeto a ser radiografado
*       A formação da imagem radiográfica depende da impregnação do filme por sais de prata após a passagem da radiação: 
- a precipitação determina imagens negras 
- a não precipitação determina imagens brancas 
Para se calcular a técnica radiográfica a ser utilizada para uma distância (D) de 75 cm:
E = espessura em centímetros
c.f. = constante do filme (ao redor de 20) 
Para cada tipo de tecido existe uma relação entre Kv e a mAs :
Ossos Kv = mAs
Abdome mAs = Kv . 2
Tórax mAs = Kv / 10
Recursos para se obter mAs e Kv em níveis seguros e                                 diminuir o tempo de exposição:

Para cada aumento de 10 Kv pode-se reduzir a mA à metade. Por exemplo:
E = 10 cm Para osso:
Kv = E . 2 + cf Kv = mAs
Kv = 20 + 20 40 = 40
Kv = 40 50 = 20
60 = 10
Densidades Radiológicas
Quanto maior o peso atômico, maior dificuldade terão os raios para ultrapassar o corpo Quanto maior a espessura, maior dificuldade terá a radiação para ultrapassar o corpo       Maior densidade da matéria requer maior poder de penetração dos raios densidade OSSO - radiopaco (branco) 
densidade ÁGUA (cinza claro) 
densidade GORDURA (cinza mais escuro) 
densidade AR - radiolucente (preto)
Efeito de Adição de Imagem : quando estruturas de mesma densidade se sobrepõem (ex.: dois ossos determinam imagem mais radiopaca)
Efeito de subtração : quando estruturas de densidades diferentes se sobrepõem (ex.: gás em duodeno sobreposto a imagem do fígado determina imagem menos radiopaca)

TÉCNICAS RADIOLÓGICAS APLICADAS NOS ESTUDOS DAS INSTABILIDADES 
FEMOROPATELARES
Abelardo Raimundo de Souza*
RESUMOEstas técnicas apresentadas pelo autor têm como objetivo mostrar os estudos radiológicos que podem ser utilizados nas instabilidades femoropatelares, associando exames radiológicas convencionais à tomografia computadorizada. Estudando outros fatores associados contribuintes ou não às instabilidades femoropatelares como: Estudo do eixo do membro inferior, inclinação da patela, displasia troclear e as mensurações da TA-GT e da báscula da patela através de cortes tomográficos. 
INTRODUÇÃO
A articulação femoropatelar é de fundamental importância para o aparelho extensor, pois recebe uma força de metade do peso do corpo durante a marcha normal em terreno plano, e uma força sete vezes maior que o peso do corpo ao agachar ou correr.                                                               A presença de dor femoropatelar pode o correr como queixa relacionada ao esporte em torno de 10% a 33%. Em relação às queixas no joelho de um modogeral corresponde a 20% a 40%.
Também conhecida como: síndrome da dor retropatelar, dor anterior do joelho, artralgia femoropatelar, condromalácia patelar e outras.
Há algum tempo existia uma certa dificuldade por parte dos estudiosos de joelho que era como classificar as doenças femoropatelares. Da mesma forma as técnicas radiológicas existentes e aplicadas na obtenção das imagens para estudos dessa articulação ficavam a desejar. Com o desenvolvimento tecnológico e a formação de profissionais da radiologia cada vez mais capacitados junto a outras experiências adquiridas deixando os cirurgiões de joelho amparados e, que, finalmente pudesse firmar com segurança as diferentes condutas terapêuticas, podendo portanto ser mais bem classificadas e tratadas.
O primeiro estudo morfológico da tróclea com radiografias foi realizado em 1964 por Brattstron e cols utilizando incidências axiais da patela com isso pôde-se medir o ângulo troclear e a altura de suas vertentes. As medidas da TA-GT em radiografias foi realizadas em 1978 por Goutallier e Cols. Os primeiros estudos da TA-GT através de imagens tomográficas só aconteceram em 1979 por Judet e Massare. A análise na radiografia em perfil para identificar insuficiência da tróclea e na posição rotuliana foi realizada em 1985 por Maldague e Malghem. Nessa análise a técnica radiológica teve um papel muito importante, tanto no posicionamento quanto na qualidade da imagem e nessa análise foi introduzida a noção da saliência e da profundidade da trócleaDejour em 1987 após analisar varias radiografias em perfil de joelho descreveu e classificou as displasias trocleares em tipo I, II e III. 
Estudo radiológico convencional

Incidências:
- AP. Panorâmico dos MMII posição ortostática com apoio bipodálico;
- PERFIL Absoluto dos joelhos com apoio monopadálico e flexão de 30º;
- AXIAL de Patela bilateral.TÉCNICA:Nas incidências AP. (anteroposterior) panorâmico dos MMII o profissional das técnicas radiológicas deve fazer uma breve avaliação das condições morfológicas do paciente com a finalidade de posicionar e escolher o filme ideal para o exame, em seguida colocar o paciente em posição ortostática junto ao buck mural sobre um anteparo ou escada, em posição anatômica com apoio bipodálico Fig.1. O raio deve ser direcionado para o pólo inferior da patela e para o centro do filme, a uma distância F.F. de + ou – 1.10 cm.
Nesta incidência Fig.2, avalia-se eixos dos MMII, como: Valgismo ou varismo, espaço articular, presença de processos degenerativos e uma impressão inicial sobre a altura da patela e também é útil para visibilizar eventuais centro de ossificação acessória.
INCIDÊNCIA LATERAL (perfil absoluto dos joelhos).
Paciente em posição ortostática lateral junto ao buck mural sobre um anteparo fazendo apoio monopadálico com flexão do joelho aproximadamente de 30º . Fig.3, raio central deve incidir no pólo inferior da patela e para o centro do filme 18X24 a uma distância F.F. de + ou – 1.10cm. Esta incidência é útil para determinar falência ligamentar e altura da patela, que é mensurado pelo método de Insall e Salvati Fig.4, onde se mede o comprimento do ligamento patelar sobre a maior medida diagonal da patela, cujos valores normais variam de 0.8 a 1.2, saindo desse padrão, encontra-se uma patela baixa ou alta. ou pelo método de Deschamps Fig.4.1 Um outro método que também se pode utilizar é o de Blackburne e Peel Fig.5, que expressa a razão do comprimento articular da patela sobre o valor da distância da superfície articular da tíbia e a superfície articular da patela. Essa relação varia de 0.54 a 1.56. As incidências laterais dos joelhos são úteis também na avaliação da morfologia troclear, cuja linha troclear lateral deve terminar bem próximo à linha troclear medial, sem cruzar a central.

AXIAL DE PATELA
Paciente em DDH (decúbito dorsal horizontal) fazendo flexão do joelho a ser radiografado em aproximadamente 30º Fig. 6, pede-se que o paciente segure o filme apoiado sobre sua coxa e o raio central deve ser projetado para o tendão patelar, observando a sombra da patela projetada rente a linha média do filme 13X18. deverá ser feita uma boa colimação dos raios para que não haja dispersão de raios X, E que possa ser dividido o filme para as duas incidências. As imagens obtidas por estas incidências são excelentes para avaliar a articulação patelotroclear Fig. 7. É útil para traçar o ângulo de congruência articular que varia de -6 a + ou -11º e também o desvio da patela em relação a tróclea Fig.8








Fig.9) Medidas do ângulo de congruência articular
Fig.10) Medida da báscula da patela
  Fig.16                                                                                                                         
Fig.6) Índice Caton Deschamps                                                                                                                         Fig.7) Índice Brackburne Peel




Fig.9) Medidas do ângulo de congruência articular

Fig.10) Medida da báscula da patela

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DOS JOELHOS
- Medidas da báscula da patela
- Medidas da TA-GT
PROTOCOLO INICIAL:
- Paciente em posição DDH
- Pés em rotação externa em 15º
- Apoio plantar
- Quadríceps relaxados 
- Selecionar entrada no gantry-feet first Fig.9
TÉCNICA
Após topograma fazer 2 planos de cortes com 5mm de espessura e 5mm de espaço e usar filtro para osso, o primeiro plano de cortes inicia-se pela porção média da patela e deve seguir até mostrar um arco de aspecto arco romano formado pela fossa intercondiliana fig.10 e 11. O segundo plano de cortes inicia-se ao nível da epífise proximal da tíbia e termina logo após passar pela porção mais elevada da TAT (tuberosidade anterior da tíbia)Fig.16   











Fig.11) Entrada no gantry, pés em Rotação externa em 15º 
Fig.12) Quadríceps relaxados 
Fig.13) Topograma





Fig.15) Imagem que melhor mostra o arco de aspecto arco romano
Fig.16) Imagem que melhor mostra o ponto mais elevado da TAT
MEDIDAS DA BÁSCULA DA PATELA:
Para se fazer às medidas da báscula da patela deve selecionar a imagem que melhor mostre o arco de aspecto arco romano formado pela fossa intercondiliana, em seguida deve utilizar 3 linhas para essas medidas, a primeira linha deve ser passada tangenciado os bordos posteriores dos côndilos femurais, em seguida deve ser passada uma segunda linha que travessa a patela ao meio. E para que possa ser formado um ângulo a ser medido uma terceira linha deve ser utilizada e que deve ser paralela a primeira e elevada até fechar o ângulo a ser medido, Figuras 17, 18, 19 e 20.








Fig.18) Exame pronto
Fig.19) Medidas da báscula da patela caso II lada direito
Fig.20) Medidas da báscula da báscula da patela caso II lado esquerdo

MEDIDAS DA TA-GT:
Para as medidas da TA-GT deve ser utilizado recursos de software do tomógrafo, onde devera sobrepor as imagens escolhidas que melhor mostre o arco romano com a imagem que mostre o ponto mais elevado da tuberosidade anterior da tíbia.Fig.21 Daí será utilizado 3 linhas para a mensuração, a primeira linha deve ser passada tangenciando os bordos posteriores dos côndilos femurais, a segunda linha deve sair da garganta da tróclea perpendicularmente a primeira e a terceira linha sai do ponto mais elevado da TAT também perpendicular a primeira e paralela a segunda, por último deve então medir a distância entre a segunda e terceira linha cujo valor normal é de 13mm.










CONCLUSÃO
Podemos perceber nos dias atuais que não são os médicos, os únicos profissionais que lidam diretamente com os pacientes, mas todos os profissionais desta área e, que também são responsáveis pelo sucesso nos tratamentos. Os técnicos e tecnólogos em radiologia deverão compreender-se como elemento ativo de uma equipe multiprofissional que entendemos ter como um dos objetivos, melhorar sempre e mais a sua qualificação profissional para que possa atender as exigências do atual mundo globalizado.*Tr. em radiologia médica, Presidente do CRTR 9ª Região, funcionário do Instituto Ortopédico de Goiânia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- Dejour H., Walch G. La pathologie femoropatellaire. 6 eme Journees Lyonnaises de chirurgie du genou, Lyon. 1987
- Dejour H. instabilités de la rotule. Encyl med chir Appareil locomoteur 14-328-a-10, 1996,1-8
- Sizínio H. e Pozzi J., ortopedia e traumatologia. Princípios e prática. 1995,20ª edção, cap.15,244-263
- Insall Jn. Disorders of patella. In: Insall Jn. Editor. Surgery of the knee. New york: Churchill Livingstone; 1984.P191-260
- Blackburn Js,Peel Te. A new method of measuring patellar height. J bone joint surg 1977;
59b:241-242

FONTE: NÓS E AS RADIAÇÕES

quinta-feira, 16 de abril de 2009

INTRODUÇÃO - PORTARIA Nº 453 DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

INTRODUÇÃO - PORTARIA 453 DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

TERÇA-FEIRA, 02 DE JUNHO DE 1998

MINISTÉRIO DA SAÚDE
SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
PORTARIA Nº 453, DE 1 DE JUNHO DE 1998


Aprova o Regulamento Técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, dispõe sobre o uso dos raios-x diagnósticos em todo território nacional e dá outras providências.

A Secretária de Vigilância Sanitária, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista as disposições constitucionais e a Lei 8.080, de 19 de outubro 1990, que tratam das condições para a promoção e recuperação da saúde como direito fundamental do ser humano, e considerando:

a expansão do uso das radiações ionizantes na Medicina e Odontologia no país;

os riscos inerentes ao uso das radiações ionizantes e a necessidade de se estabelecer uma política nacional de proteção radiológica na área de radiodiagnóstico;

que as exposições radiológicas para fins de saúde constituem a principal fonte de exposição da população a fontes artificiais de radiação ionizante;

que o uso das radiações ionizantes representa um grande avanço na medicina, requerendo, entretanto, que as práticas que dão origem a exposições radiológicas na saúde sejam efetuadas em condições otimizadas de proteção;

as responsabilidades regulatórias do Ministério da Saúde relacionadas à produção, comercialização e utilização de produtos e equipamentos emissores de radiações ionizantes;

a necessidade de garantir a qualidade dos serviços de radiodiagnóstico prestados à população, assim como de assegurar os requisitos mínimos de proteção radiológica aos pacientes, aos profissionais e ao público em geral;

a necessidade de padronizar, a nível nacional, os requisitos de proteção radiológica para o funcionamento dos estabelecimentos que operam com raios-x diagnósticos e a necessidade de detalhar os requisitos de proteção em radiologia diagnóstica e intervencionista estabelecidos na Resolução nº 6, de 21 de dezembro de 1988, do Conselho Nacional de Saúde;

as recomendações da Comissão Internacional de Proteção Radiológica estabelecidas em 1990 e 1996, refletindo a evolução dos conhecimentos científicos no domínio da proteção contra radiações aplicada às exposições radiológicas na saúde;

as recentes Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica estabelecidas em conjunto pela Organização Mundial da Saúde, Organização Pan-americana da Saúde, Organização Internacional do Trabalho, Organização de Alimento e Agricultura, Agência de Energia Nuclear e Agência Internacional de Energia Atômica;

as recomendações do Instituto de Radioproteção e Dosimetria da Comissão Nacional de Energia Nuclear, órgão de referência nacional em proteção radiológica e metrologia das radiações ionizantes;

que a matéria foi aprovada pelo Grupo Assessor Técnico-Científico em Radiações Ionizantes do Ministério da Saúde, submetida a consulta pública através da Portaria nº 189, de 13 de maio de 1997, debatida e consolidada pelo Grupo de Trabalho instituído, resolve:

Art.1º Aprovar o Regulamento Técnico "Diretrizes de Proteção Radiológica em Radiodiagnóstico Médico e Odontológico", parte integrante desta Portaria, que estabelece os requisitos básicos de proteção radiológica em radiodiagnóstico e disciplina a prática com os raios-x para fins diagnósticos e intervencionistas, visando a defesa da saúde dos pacientes, dos profissionais envolvidos e do público em geral.

Art. 2º Este Regulamento deve ser adotado em todo território nacional e observado pelas pessoas físicas e jurídicas, de direito privado e público, envolvidas com a utilização dos raios-x diagnósticos.

Art. 3º Compete aos órgãos de Vigilância Sanitária dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios o licenciamento dos estabelecimentos que empregam os raios-x diagnósticos, assim como a fiscalização do cumprimento deste Regulamento, sem prejuízo da observância de outros regulamentos federais, estaduais e municipais supletivos sobre a matéria.

Art. 4º A inobservância dos requisitos deste Regulamento constitui infração de natureza sanitária nos termos da Lei 6.437, de 25 de agosto de 1977, ou outro instrumento legal que venha a substituí-la, sujeitando o infrator ao processo e penalidades previstas, sem prejuízo das responsabilidades civil e penal cabíveis.

Art. 5º As Secretarias de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal devem implementar os mecanismos necessários para adoção desta Portaria, podendo estabelecer regulamentos de caráter suplementar a fim de atender às especificidades locais.

Parágrafo único. Os regulamentos estaduais e/ou municipais sobre esta matéria devem ser compatibilizados de forma a observar os requisitos do Regulamento aprovado por esta Portaria.

Art. 6º Todos os serviços de radiodiagnóstico devem manter um exemplar deste Regulamento nos seus diversos setores que empregam os raios-x diagnósticos.

Art. 7º Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação, revogando as disposições em contrário.

MARTA NOBREGA MARTINEZ

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Roberto Carlos vai comemora 50 anos de reinado em grande estilo

Rei que é Rei jamais perde a majestade, e Roberto Carlos promete comemorar os 50 anos de carreira em grande estilo realizando uma super - mega turnê pelo Brasil adentro. O rei desembarca em solo potiguar no dia 04 de julho para fazer show no estádio Machadinho, prometendo cantar seus grandes sucessos para os fãs potiguares.

 

Tantas emoções...

Por Luciano Miranda

domingo, 5 de abril de 2009

Estudo dirigido em Radiologia

Estudo dirigido  Incidências Radiológicas de órgãos

1) A distância foco-filme em uma radiografia de tórax deve ser de:
(a) 1,50m
(b) 1,20m
(c) 1,0m
(d) 1,30m
(e) 1,80m

2) A técnica radiográfica adequada para a realização de uma radiografia do tórax em póstero-anterior no bucky vertical é a seguinte: 

(a) Distância foco-filme de 1,5m baixo kV e
alto mA
(b) Distância foco-filme de 1,8m alto kV e
alto mAs
(c) Distância foco-filme de 1,5m baixo kV e
baixo mA
(d) Distância foco-filme de 1,0m alto kV e
baixo mAs
(e) Distância foco-filme de 1,8m alto kV e
baixo mAs

3) Em relação a técnica radiográfica habitual, na radiografia de tórax em póstero-anterior de um paciente enfisematoso deve ser feito o seguinte:

(a) Aumentar o fator kV
(b) Aumentar o fator mAs
(c) Reduzir o fator kV
(d) Aumentar o tempo de exposição
(e) Diminuir a distância foco-filme

4) O goniômetro é um instrumento utilizado para:

(a) Determinar o kV a ser utilizado
(b) Medir o ângulo de incidência do RC
(c) Determinar a constante do aparelho
(d) Medir o ângulo de obliqüidade das estruturas
(e) B e D estão corretas

5) O que deve ser feito para corrigir uma radiografia de qualidade ruim, muito enegrecida com pouco contraste?

(a) Redução do fator mAs
(b) Redução da distância
(c) Aumento do fator kV
(d) Aumento do fator mAs
(e) Redução do fator kV

6) O que acontece com o contraste entre o tecido mole e o osso quando o kV é aumentado?

(a) Aumenta
(b) Não altera
(c) Aumenta se o écran for de grãos finos
(d) Decresce
(e) Não altera se o écran for de grãos grossos

7) O que é trendelenburg?

(a) Uma posição de decúbito dorsal com o plano do corpo inclinado de forma que a cabeça fica mais alta que os pés
(b) Uma incidência complementar utilizada no exame radiográfico contrastado dos colons (clister opaco)
(c) Uma posição de decúbito lateral com o plano do corpo inclinado de forma que o quadril fica mais alto que os ombros
(d) Uma posição de decúbito dorsal com o plano do corpo inclinado de forma que a cabeça fica mais baixa que os pés
(e) Uma incidência complementar específica utilizada para o estudo dos ápices pulmonares

8) Qual das opções contém uma região anatômica que dispensa a utilização de grade anti-difusora para o estudo radiográfico?

(a) Mediastino
(b) Pelve (bacia)
(c) Tórax
(d) Cotovelo
(e) Abdomen

9) Em um exame radiográfico, o objetivo da distância objeto-filme ser a menor possível é a obtenção de uma:

(a) Redução do fator mAs
(b) Mínima ampliação da imagem radiográfica
(c) Máxima ampliação da imagem radiográfica
(d) Redução do tempo de exposição
(e) Redução do kV

10) A incidência frontal de rotina para o estudo radiográfico do tórax é a póstero-anterior (PA), em função da menor distorção do tamanho da seguinte estrutura torácica:

(a) Aorta descendente
(b) Hilos
(c) Pulmões
(d) Coração
(e) Traquéia

11) Qual o objetivo do posicionamento do paciente com as mãos na cintura, rodando os ombros para a frente, na incidência incidência de tórax em PA?

(a) Alinhar o paciente com o filme radiográfico (bucky)
(b) Visualizar os ápices pulmonares
(c) Reduzir a distorção da imagem cardíaca
(d) Projetar as escápulas para fora dos campos pulmonares
(e) Aumentar a capacidade inspiratória do paciente

12) Um parâmetro de avaliação técnica de uma radiografia do tórax em póstero-anterior que indica a rotação (ou não) do tórax é a distância entre as:

(a) Bordas mediais das clavículas e os processos transversos das vértebras torácicas 
(b) Escápulas e os processos transversos das vértebras torácicas
(c) Escápulas
(d) Escápulas e os processos espinhosos das vértebras torácicas
(e) Bordas mediais das clavículas e os processos espinhosos das vértebras torácicas

13) Como rotina, o tórax deve ser radiografado nas incidências em PA e Perfil esquerdo, em função de:

(a) Melhor estudar a aorta ascendente
(b) Analisar os hilos pulmonares
(c) Visualizar melhor os seios costofrênicos
(d) Reduzir a distorção do tamanho da imagem cardíaca 
(e) Evitar movimentos involuntários do coração

14)Que incidência pode ser realizada em um paciente acamado (no leito), com suspeita de pneumotórax direito, após punção de veia profunda deste lado?

(a) Ápico-lordótica em AP
(b) Decúbito lateral esquerdo em AP, em expiração (se possível)
(c) AP mais enegrecido
(d) AP em decúbito com expiração máxima
(e) Perfil em decúbito dorsal com raios horizontais

15)Que incidência pode ser realizada em um paciente com suspeita de derrame pleural direito?

(a) Decúbito lateral direito em AP, com raios perpendiculares
(b) Ápico-lordótica em AP
(c) Decúbito lateral esquerdo em AP, em expiração
(d) Decúbito lateral direito em AP, com raios horizontais
(e) Perfil em decúbito dorsal com raios horizontais

16)Que incidência pode ser acrescentada a um estudo radiográfico do tórax, em que na rotina radiográfica (PA e Perfil esquerdo em inspiração) ficou evidenciado um grande pneumotórax esquerdo?

(a) PA com expiração máxima 
(b) Ápico-lordótica em AP
(c) Perfil em decúbito dorsal com raios horizontais
(d) Nenhuma incidência deve ser acrescentada
(e) PA mais enegrecido

17) A incidência de Hjelm-Laurell corresponde à:

(a) Ápico-lordótica em ântero-posterior do tórax
(b) Perfil em decúbito dorsal com raios horizontais
(c) Ântero-posterior do tórax
(d) Perfil em decúbito dorsal com raios perpendiculares
(e) Decúbito lateral com os raios horizontais do tórax

18) Na incidência ápico-lordótica em ânteroposterior do tórax as clavículas aparecem projetadas:

(a) Sob os ápices pulmonares
(b) No 1/3 superior dos pulmões
(c) Acima dos pulmões
(d) No 1/3 médio dos pulmões
(e) Sobre os ápices pulmonares

19) A incidência de Laurell corresponde à radiografia do tórax com o paciente na seguinte posição:

(f) Decúbito ventral
(g) Ápico-lordótica em ântero-posterior
(h) Ortostática em ântero-posterior
(i) Decúbito lateral em ântero-posterior
(j) Decúbito dorsal

20) As incidências de Hjelm-Laurell e Fleischner são indicadas respectivamente, para a pesquisa de :

(a) Derrame pleural e avaliação da área cardíaca
(b) Lesões pulmonares de localização infraclavicular e derrame pleural
(c) Derrame pleural e linfonodomegalia hilar
(d) Derrame pleural e lesões pulmonares
de localização infraclavicular
(e) Lesões pulmonares de localização infraclavicular e avaliação da área cardíaca 

21) Para um melhor estudo topográfico ou para fins de localização de estruturas anatômicas, o abdome pode ser dividido por linhas imaginárias em quantas regiões?

(a) 3
(b) 8
(c) 12
(d) 9
(e) 4

22) Na divisão do abdome em quadrantes, assinale a afirmativa correta:

(a) O colo sigmóide, colo descendente e a parte da bexiga urinária estão localizados no quadrante inferior esquerdo
(b) O fígado, o duodeno, a cabeça do pâncreas e o baço estão localizados no quadrante superior direito
(c) O colo sigmóide, o estômago e parte da bexiga urinária estão localizados no quadrante inferior esquerdo
(d) A cabeça, a cauda e o corpo do pâncreas e grande parte do íleo estão localizados no quadrante superior esquerdo
(e) O colo ascendente, o ceco e o rim direito estão localizados no quadrante inferior direito

23) Em uma radiografia do abdome simples, além da visualização de estruturas como coluna lombar, ilíacos e contornos renais,

são também visualizados os músculos:
(a) Retoabdominais
(b) Deltóides
(c) Bíceps
(d) Glúteos
(e) Psoas

24) Em uma radiografia panorâmica do abdome em ântero-posterior, o raio central deve incidir:

(a) No umbigo
(b) Centralizado no plano sagital mediano, entrando a nível das cristas ilíacas
(c) Centralizado no plano sagital mediano, entrando na linha horizontal que tangencia as últimas costelas
(d) Centralizado no plano sagital mediano, entrando na sínfise pubiana
(e) Centralizado no plano sagital mediano, entrando na metade da distância entreas espinhas ilíacas ântero-superiores

25) Assinale a opção incorreta em relação a uma radiografia simples do abdome em ântero-posterior:

(a) A região posterior do abdome deve estar mais próxima do filme radiográfico
(b) A sínfise pubiana deve aparecer na borda inferior do filme radiográfico
(c) O paciente deve estar posicionado em decúbito ventral
(d) Quando a indicação for cálculo renal, deve ser feito um preparo prévio com
Estudo dirigido  Incidências Radiológicas de órgãos
uso de laxativos
(e) Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo 

26)Qual a rotina para estudo radiográfico do abdome agudo?

(a) Póstero-anterior do tórax, perfil esquerdo de tórax e ântero-posterior do abdome em decúbito dorsal
(b) Póstero-anterior do tórax, perfil direito do abdome e ântero-posterior do abdome em decúbito dorsal
(c) Póstero-anterior o tórax, ânteroposterior ortostático do abdome e ântero-posterior do abdome em decúbito dorsal
(d) Póstero-anterior do tórax, oblíqua em ântero-posterior direita do abdome e ântero-posterior do abdome em decúbito dorsal
(e) Póstero-anterior do tórax, perfil
esquerdo do tórax e póstero-anterior do abdome em decúbito ventral

27) Assinale a opção que possui os tamanhos de filme radiográfico adequados para o estudo do tórax de um paciente adulto:

(a) 35 x 43 ou 30 x 40
(b) 30 x 40 ou 24 x 30
(c) 35 x 35 ou 30 x 40
(d) 24 x 30 ou 35 x 35
(e) 35 x 35 ou 18 x 24

Gabarito (Respostas):

01- E
02- E
03- C
04- E
05- E
06- D
07- D
08- D
09- B
10- D
11- D
12- E
13- D
14- B
15- D
16- D
17- E
18- E
19- D
20- D
21- D
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Prof. Luciano Santa Rita Þ Site: www.lucianosantarita.pro.br E-mail: tecnologo@lucianosantarita.pro.br 4

Feliz aniversário Samuel amado dos nossos corações❤️❤️❤️❤️❤️

Você chegou e coloriu o nosso mundo de amor. Meu bebê, que a vida te reserve as coisas mais lindas e especiais. Papai e mamãe te amam imensa...