Centro de Raios-X
Um novo conceito em atendimento
01)
Posição de Fowler: Paciente em decúbito, com a cabeça elevada.
02)
Posição de Trendelemberg: Paciente em decúbito, com os pés elevados.
03)
Posição Supina: Paciente em decúbito, com o estômago pra cima.
04)
Posição Prona: Paciente em decúbito, com o estômago pra baixo.
05)
Ângulo Cefálico: Feixe de raios em ângulo com a cabeça do paciente.
06)
Ângulo Podálico: Feixe de raios em ângulo com os pés do paciente.
07)
Oblíqua Posterior Esquerda (LPO): Paciente em 45º com o filme pela esquerda e
em PA.
08)
Oblíqua Posterior Direita (RPO): Paciente em 45º com o filme pela direita e em
PA.
09)
Incidência em PA: Paciente em ortostática, póstero-anterior em relação ao
feixe.
10)
Incidência em AP: Paciente em ortostática, ântero-posterior em relação ao
feixe.
11)
Oblíqua Anterior Direita (RAO): Paciente em 45º com o filme pela direita e em
AP.
12)
Oblíqua Posterior Esquerda (LAO): Paciente em 45º com o filme pela esquerda e
em AP.
Fatores Técnicos:- Filme = 24 x 30, no sentido longitudinal.
- Faixa de kV = 70 a 80
- Faixa de mAs = 20 a 25
- Raio Central = RC com ângulo de 30º no sentido caudal em relação a LOM, ou de 37º no sentido caudal em relação à LIOM.
- Centralizar no plano médio sagital, 5 cm acima da glabela; Centralizar o RI em relação ao RC projetado; DFoFi = 1m.
- Posicionamento = Abaixar o queixo do paciente até que a LOM fique perpendicular ao RI; Alinhar o plano médio sagital ao RC e à linha média da grade ou da superfície do bucky; Certificar-se de que não ocorreu rotação e/ou inclinação da cabeça; Certificar-se de que o vértice do crânio está dentro do campo dos raios X.
- Estruturas visualizadas = Osso occipital, pirâmides petrosas e forame magno. O dorso da sela e os processos clinóides no interior do forame magno.
- Patologia Demonstrada = Visualização das fraturas do crânio (deslocamento medial e lateral), dos processos neoplásicos e da doença de Paget.
4) Crânio – Lateral segunda-feira, 7 de junho de 2010
20:27Fatores Técnicos:- Filme = 24 x 30, em sentido transversal- Faixa de kV =
60 a 70- Faixa de mAs = 10 a 20- Raio Central = Alinhar o RC de modo que fique
perpendicular ao filme; Centralizar o RC 5cm acima do MAE (Meato Acústico
Interno); Centralizar filme em relação ao RC; DFoFi = 1m.- Posicionamento =
Colocar a cabeça na posição em perfil verdadeiro, com o lado de interesse
próximo ao filme e o corpo do paciente em uma posição oblíqua o suficiente para
o conforto do paciente; Alinhar o plano médio sagital de modo que fique
paralelo ao filme, assegurando-se de que não ocorreu rotação ou inclinação;
Alinhar a linha interpupilar de modo que fique perpendicular ao filme,
assegurando-se de que não ocorreu inclinação da cabeça.- Estruturas
Visualizadas = As metades cranianas estão superpostas e observam-se os detalhes
superiores da metade do crânio que está mais próxima do filme, com a visualização
de toda a sela turca, inclusive os processos clinóides anteriores e
posteriores, a sela turca e o clivo aparecem em perfil.- Patologia Demonstrada
= Visualização das fraturas de crânio, dos processos neoplásicos e da doença de
Paget. O exame radiológico de rotina geral habitual de crânio inclui as
incidências em perfil direito e esquerdo. 3) Crânio - AP Axial - Método de
Townesegunda-feira, 7 de junho de 2010 19:14Fatores Técnicos:- Filme = 24 x 30,
no sentido longitudinal.- Faixa de kV = 70 a 80- Faixa de mAs = 20 a 25- Raio
Central = RC com ângulo de 30º no sentido caudal em relação a LOM, ou de 37º no
sentido caudal em relação à LIOM.- Centralizar no plano médio sagital, 5 cm
acima da glabela; Centralizar o RI em relação ao RC projetado; DFoFi = 1m.-
Posicionamento = Abaixar o queixo do paciente até que a LOM fique perpendicular
ao RI; Alinhar o plano médio sagital ao RC e à linha média da grade ou da
superfície do bucky; Certificar-se de que não ocorreu rotação e/ou inclinação
da cabeça; Certificar-se de que o vértice do crânio está dentro do campo dos
raios X.- Estruturas visualizadas = Osso occipital, pirâmides petrosas e forame
magno. O dorso da sela e os processos clinóides no interior do forame magno.-
Patologia Demonstrada = Visualização das fraturas do crânio (deslocamento
medial e lateral), dos processos neoplásicos e da doença de Paget.02) Posições
e Incidências Radiológicassábado, 5 de junho de 2010 22:1201) Posição de
Fowler: Paciente em decúbito, com a cabeça elevada.02) Posição de Trendelemberg:
Paciente em decúbito, com os pés elevados.03) Posição Supina: Paciente em
decúbito, com o estômago pra cima.04) Posição Prona: Paciente em decúbito, com
o estômago pra baixo.05) Ângulo Cefálico: Feixe de raios em ângulo com a cabeça
do paciente.06) Ângulo Podálico: Feixe de raios em ângulo com os pés do
paciente.07) Oblíqua Posterior Esquerda (LPO): Paciente em 45º com o filme pela
esquerda e em PA.08) Oblíqua Posterior Direita (RPO): Paciente em 45º com o
filme pela direita e em PA.09) Incidência em PA: Paciente em ortostática,
póstero-anterior em relação ao feixe.10) Incidência em AP: Paciente em
ortostática, ântero-posterior em relação ao feixe.11) Oblíqua Anterior Direita
(RAO): Paciente em 45º com o filme pela direita e em AP.12) Oblíqua Posterior
Esquerda (LAO): Paciente em 45º com o filme pela esquerda e em AP.01) A
Evolução Tecnológica da Radiologia sábado, 5 de junho de 2010 21:22Com o
surgimento da Tomografia Computadorizada no inicio dos anos 70 iniciou-se o uso
de imagens digitais no diagnóstico e, com o desenvolvimento tecnológico
diversas modalidades diagnósticas passaram a se utilizar de imagens digitais.
Um Sistema de Informação Hospitalar (SIH) contém um grande conjunto de
informações digitais, as quais incluem dados financeiros, gerenciais,
informações de paciente (PEP – Prontuário Eletrônico de Paciente e RIS–
Radiology Information System). Devido ao tipo de tecnologia empregada, as
imagens médicas são consideradas como um sistema à parte, e são organizadas em
um sistema de transmissão e arquivamento de imagens médicas chamado PACS.O PACS
é um sistema que proporciona o armazenamento e comunicação de imagens geradas
por equipamentos médicos que trabalham com imagens
iginadas em equipamento de TC, RNM, US, RX, MN, PET, etc.,
de uma forma normalizada possibilitando que as informações dos pacientes e suas
respectivas imagens digitalizadas e, armazenadas em mídia eletrônica sejam
compartilhadas e visualizadas em monitores de alta resolução, distribuídos em
locais fisicamente distintos.Os principais elementos a serem observados na
estrutura do PACS são:
· Dispositivos de entrada (RX, RNM, TC, US, MN, PET, etc.)
· Rede de computadores
· Servidor de DICOM
· Integração com o RIS e HIS
· Dispositivos de saída (monitores, impressoras, gravadoras)Os
equipamentos de aquisição de imagem, TC, RNM, CR, US, MN, PET, em sua maioria
já produzem imagens em formato digital. O Raio-X convencional ou simplesmente
radiografia, continua sendo o principal método de imagem utilizado para o
diagnóstico e, no Brasil, quase que em sua totalidade ainda são adquiridos em
equipamento que produzem imagem analógica (filme). É imperativa a inserção da
imagem radiológica simples no universo digital. Inicialmente de qualidade
questionável (particularmente nos exames de mamografia) hoje apresentam grande
evolução em sua qualidade diagnóstica, e estudos demonstram que a imagem
digital permite acurácia semelhante e em alguns casos superiores às imagens
analógicas convencionais.
As formas de aquisição de uma imagem radiográfica digital
são duas:· Radiografia Digital – DR (do inglês: Digital Radiology) - Imagens
adquiridas por aparelhos de raios-X que, ao invés de utilizar filmes
radiográficos, possuem uma placa de circuitos sensíveis aos raios X que gera
uma imagem digital e a envia diretamente para o computador na forma de sinais
elétricos.· Radiografia Computadorizada – CR (do inglês Computerized Radiology)
- Neste processo, utilizam-se os aparelhos de radiologia convencional (os mesmo
utilizados para produzir filmes radiográficos), porém substituem-se os
“chassis” com filmes radiológicos em seu interior por “chassis” com placas de
fósforo.Os sistemas de imagem radiográfica convencionais registram e mostram
seus dados numa forma analógica. Têm freqüentemente exigências de exposição
muito rígidas devido à gama estreita de profundidade de brilho dos filmes e
hipóteses muito reduzidas de processamento de imagem. Os sistemas de
radiografias digitais oferecem a possibilidade de obtenção de imagens com
exigências de exposição muitas menos rigorosas do que os sistemas analógicos.
No sistema de aquisição convencional as imprecisões em termos de exposição
provocam normalmente o aparecimento de radiografias demasiado escuras,
demasiado claras ou com pouco contraste, são facilmente melhoradas com técnicas
digitais de processamento e exibição de imagem.As vantagens dos sistemas de
radiografia digitais, que são também extensíveis às demais modalidades
diagnósticas, podem ser divididas em quatro classes:1º) Facilidade de exibição
da imagem – Na radiografia digital a imagem vai ser mostrada em um monitor de
vídeo, em vez do processo tradicional de expor o filme contra a luz. 2º)
Redução da dose de raios-X – Ajustando-se a dose para que a imagem tenha uma
relação sinal ruído conveniente, consegue-se uma diminuição real da radiação
absorvida pelo paciente. 3º) Facilidade de processamento de imagem – O aumento
do contraste ou a equalização por histograma são técnicas digitais que podem
ser usadas. A técnica de subtração de imagens pode remover grande parte da
arquitetura de fundo não desejado, melhorando assim a visualização das
características importantes da radiografia.4º) Facilidade de aquisição,
armazenamento e recuperação da imagem – Armazenamento em bases de dados
eletrônicas, facilitando a pesquisa de dados e a transmissão para longas
distâncias, usando redes de comunicações de dados.
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