POSICIONAMENTO
Fonte: Assessoria de imprensa do CONTER
09/09/2014
Fonte: Assessoria de imprensa do CONTER
09/09/2014
Em atividade educativa
realizada pelo Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) durante a
Internetional Joint Conference Radio 2014, a presidenta Valdelice Teodoro
apresentou os dados sobre a fiscalização do exercício profissional das técnicas
radiológicas no Brasil e apontou os principais problemas que comprometem a
prestação dos serviços radiológicos no país.
Veja a
apresentação, clique aqui
De acordo com a Coordenação
Nacional de Fiscalização (CONAFI), em 2013, a fiscalização do
Sistema CONTER/CRTRs chegou a 2.337 cidades, alcançou 33.240 profissionais e
7.440 estabelecimentos.
Embora a fiscalização do
Sistema CONTER/CRTRs tenha chegado a um terço dos serviços espalhados pelo
país, não é o suficiente para garantir a segurança dos profissionais e
pacientes. “Em muitos casos, nossos fiscais se deparam com situações que não
são da competência do conselho. Diante das evidências, autuamos e notificamos
sobre o que nos corresponde e comunicamos as demais irregularidades às
autoridades competentes. Entretanto, existe um vácuo. Não existe um link entre
nossa fiscalização e os outros agentes de fiscalização na maioria dos estados.
Isso precisa mudar, o trabalho tem que ser conjunto e resolutivo”, defendeu a
presidenta Valdelice Teodoro.
Um fator determinante
para a qualidade e segurança do serviço é a composição da equipe, com todas as
figuras necessárias. Saúde pública não é só médico, Radiologia Industrial não é
só física.
Não obstante,
independente da qualidade da equipe, sem os recursos necessários à prestação do
serviço é impossível realizar um bom trabalho. É necessário ter instalações
sanas para exercer as técnicas radiológicas.
A principal
irregularidade encontrada pela fiscalização nos estados é a não indicação
do Supervisor
das Aplicações das Técnicas Radiológicas (SATR). Infelizmente, segundo o
CONTER, pode-se concluir que pelo menos metade dos serviços radiológicos do
país não contam com essa figura tão indispensável para garantir a qualidade dos
exames e asegurança
da equipe, dos pacientes e clientes.
“Acreditamos que o
cenário pode melhorar com educação e fiscalização de qualidade. Ao nosso ver,
os órgãos de fiscalização, a Anvisa e a CNEN podem definir uma agenda integrada
de ações para promover a boa informação, a educação continuada e consequente
melhoria do panorama radiológico brasileiro”, finalizou Valdelice Teodoro.

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